SINDSERV - BEBERIBE

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SERVIDOR PÚBLICO DEVE SER PRIORIDADE!!!

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Com Temer, extrema pobreza sobe mais de 11%, em 2017 Governo golpista e ilegítimo de Temer aumentou a concentração de renda dos mais ricos e deixou os pobres cada vez mais pobres

Há dois anos viviam em extrema pobreza 13,34 milhões de pessoas. Em 2017, esse número pulou para 14,84 milhões – 11,2% a mais do que no ano anterior. Em apenas um ano, mais de um milhão de brasileiros estão vivendo na miséria.   
Em 2016, a população brasileira que vivia na miséria era 6,5%. Este índice subiu para 7,2%, no ano passado.
A crise econômica, o desemprego e a reforma trabalhista, que precarizou as relações de emprego, diminuindo a formalização e aumentando a informalidade são as causas do aumento da extrema pobreza, segundo a LCA Consultores, que analisou a pesquisa PNAD Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa mostra que o número de pessoas que tiveram renda de trabalho em 2017 foi 310 mil menor do que em 2016 – o recuo é de 1,36%.
A renda dos brasileiros mais pobres caiu em todo o país, em especial na Região Nordeste, onde estão concentrados 55% dos brasileiros mais pobres do país. Só em 2017, cerca de 800 mil nordestinos passaram a viver na pobreza extrema – no total,  8,1 milhões estão na miséria, principalmente, nos estados da Bahia e Pernambuco.
No Sudeste não foi diferente. O índice de extrema pobreza na Região cresceu 13,8% - já são quase 4 milhões de pessoas na miséria. A crise econômica atingiu, principalmente, os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, que viram sua população empobrecer ainda mais do que as de Minas Gerais e Espírito Santo.
Concentração de renda
A parte mais pobre da população brasileira viveu no ano passado com R$ 40 por mês. Em 2016, o valor era de R$ 49 - uma perda de 18% nos rendimentos.
Já a parcela 1% mais rica da população vive com ganhos acima de R$ 15 mil mensais e perdeu menos ( 2,3%).
A minoria super-rica, formada por apenas 10% dos brasileiros, concentra 43,3% da renda total do país, enquanto os 10% mais pobres sobraram apenas 0,7% da renda total.
Como é feito o cálculo
O cálculo da pobreza extrema considera todas as fontes de renda – trabalho, Previdência, pensão, programas sociais, aluguéis e outras fontes.
A Consultoria LCA levou em consideração a linha de corte do Banco Mundial para países, como os da América Latina, de US$ 1,90 de renda domiciliar per capita por dia, o equivalente a R$ 133,72 mensais em 2016, e atualizada para R$ 136 em 2017.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Congelamento de gastos retirou proteções sociais e não ajudou reduzir déficit Constatação é de especialistas que discutiram as consequências de um ano da vigência da EC 95, que criou um teto para gastos públicos. Medida é vista como ineficaz e prejudicial para os mais pobres

A Emenda Constitucional 95/16, que congelou os gastos públicos, além de não ter contribuído para combater a crise econômica do país teve efeitos particularmente negativos em relação aos direitos sociais. A constatação é de especialistas do setor e pesquisadores de várias universidades que participaram de seminário sobre o tema elaborado pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), nesta semana. Conforme estudo elaborado com participação da relatoria das Nações Unidas sobre Extrema Pobreza e DH, em vez de melhorar o déficit público, o congelamento tem aprofundado desigualdades socioeconômicas na sociedade, com impactos desproporcionais para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Com um ano de implementação, a medida já começou, segundo integrantes do CNDH, a afetar grupos mais vulneráveis como mulheres negras e pessoas que vivem na pobreza. Prova disso é que dados do governo mostram que um volume significativo de recursos tem sido desviado, desde o ano passado, de importantes programas sociais voltados para alimentação, saúde e educação, e destinados para o pagamento da dívida.
Os pesquisadores também reclamam que a medida imposta pela emenda (de estabelecer um teto de gastos por 20 anos) não contou com participação social, uma vez que tramitou de forma apressada no Congresso Nacional. Um dos principais fatores dessa percepção negativa, conforme explicou a especialista em Orçamento Público Grazielle David, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), é o fato de a estrutura tributária em vigor hoje no país onerar bem mais os pobres e a classe média.
“Para se ter ideia, a carga tributária sobre consumo e trabalho atingiu 76% do total da receita tributária em 2014, ano em que bateu um recorde de crescimento, enquanto a tributação sobe a propriedade e os ganhos de capital representam 7,4% do Produto Interno Bruto(PIB) do país, no mesmo período”, disse ela. Outra contradição apontada pela pesquisadora são dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) segundo os quais, no Brasil, os 10% mais ricos gastam 21% de sua renda com impostos, ao passo que os 10% mais pobres gastam 32% da renda com impostos.
De acordo com Grazielle, num país com estes dados, orçamentos pró-cíclicos retiram investimentos em direitos humanos, na proteção social, no combate à mudança climática, nos jovens e na igualdade racial e de gênero, enquanto os pagamentos dos serviços da dívida disparam. Para a analista, a austeridade e o teto dos gastos são “injustificáveis”, uma vez que falham em seus objetivos, de reduzir o déficit e restaurar a confiança financeira.

Combate à evasão fiscal

Conforme o trabalho de Grazielle, as projeções atuais sugerem fortes evidências de que a emenda pouco contribuirá para reduzir o déficit e ainda retardará o crescimento econômico. A pesquisadora sugeriu como alternativas para as medidas de austeridade combater a evasão fiscal. A seu ver, medidas neste sentido, segundo dados do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), poderiam fazer com que o Tesouro recebesse R$ 571,5 bilhões a mais em arrecadação.
Outra alternativa sugerida pela técnica do Inesc seria uma reforma tributária que incluísse uma alíquota sobre a renda da pessoa física de 35% para rendas muito altas e a progressiva taxação de lucros e dividendos.
Já o professor e economista Pedro Rossi, da Unicamp – que está mapeando o desmonte das ações sociais no âmbito das medidas de austeridade implantadas pelo governo num trabalho a ser divulgado em julho – considera que a austeridade tem dois lados: um é o lado macro, que se reflete na redução de empregos e baixo crescimento, e o outro é micro, que repercute na ponta, ou seja, na vida das pessoas.
“A ideia de que é um remédio para a crise é mentira deslavada. A austeridade reduz o crescimento econômico, aumenta o desemprego e a desigualdade. A ideia de que a austeridade pode reduzir a crise tem sido contestada até mesmo por economistas que defendiam esta prática anos atrás, depois de analisarem o resultado de medidas implantadas em vários países que não deram certo”, destacou.
Para o acadêmico, a percepção que o Executivo tenta passar de que a austeridade vai restaurar a economia, defendida por muitos setores, “não se sustenta, é seletiva, porque prejudica os mais pobres e é também machista, porque prejudica mais as mulheres”. “Quando há falta de vaga nas escolas, falta de merenda para os alunos, é a mulher que na maior parte das vezes fica impedida de trabalhar para cuidar dos filhos”, afirmou.

Projeto neoliberal de país

Mais graves que a austeridade, na visão de Rossi, são os efeitos da continuidade desse processo, uma vez que a previsão da Emenda é de congelamento de gastos por duas décadas. “Isso tende a virar um barril de pólvora. Para mim, é uma medida que consiste em um projeto de país que estão tentando implantar. Um projeto neoliberal de redução do Estado ao longo do tempo”, acusou.
O acadêmico propôs um modelo de desenvolvimento mais voltado para o setor produtivo e com investimento em tecnologia. “Se incentivarmos estes dois polos, tecnologia e produtividade, aí sim poderemos achar uma boa alternativa para a crise”, ressaltou.
O cientista social Rafael Georges, da Oxfam Brasil, lembrou que o Brasil é o 10º país mais desigual do planeta, o que considera absurdo diante da abundância de recursos naturais existentes aqui. “De 1998 em diante o país começou ter uma reversão das desigualdades com redução da pobreza. Mas com as mudanças feitas na Constituição, de 2016 para cá, corremos o risco de que este ciclo seja totalmente revertido”, afirmou.
De acordo com ele, “é importante as pessoas terem consciência que aqui, uma pessoa que recebe um salário mínimo mensal precisaria levar 19 anos trabalhando para ganhar o mesmo salário que o mais rico ganha em um mês”. “Os 10% mais ricos do país estão totalmente insulados pela renda da população”, explicou.
Juntamente com outras propostas aprovadas nos últimos dois anos, a EC 95 é alvo de um documento que está sendo elaborado pelo CNDH para ser entregue à Corte Interamericana de Direitos Humanosno início de maio, com o intuito de mostrar as iniciativas implementadas pelo governo Temer que tendem a levar o país a um retrocesso em termos direitos e garantias fundamentais.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

quinta-feira, 12 de abril de 2018

PROJETO DE LEI CONTRA OS PARCELAMENTOS MAIS UMA VEZ NÃO É APROVADO!!! MAIS UM GOLPE NOS SERVIDORES PÚBLICO DE BEBERIBE - VEJA COMO VOTOU CADA UM!!!


SUA APOSENTADORIA PODE ESTÁ AMEAÇADA!!!
 SERVIDORES TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES


Eduardo Ribeiro Lima
Nascimento27/02/1966
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoVereador
Grau de InstruçãoEnsino Médio Completo

REDIMIDO VOTOU A FAVOR DOS SERVIDORES


Berenice Amorim Carneiro de Campos Medeiros
Nascimento24/09/1976
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasada
OcupaçãoProfessor de Ensino Médio
Grau de InstruçãoSuperior Completo

2ª VEZ CONSECUTIVA VOTOU A FAVOR DO SERVIDOR


Vicente Junior Fernandes Maia
Nascimento22/08/1984
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoVereador
Grau de InstruçãoEnsino Médio Completo

Pela 2ª vez consecutiva se absteve, sendo contra os servidores


Anderson Peroba Gomes
Nascimento03/05/1983
NaturalidadeFortaleza - CE
Estado CivilSolteiro
OcupaçãoAdvogado
Grau de InstruçãoSuperior Completo

PELA 5ª VEZ CONSECUTIVA VOTOU A FAVOR DOS SERVIDORES


Eliackson de Freitas Cordeiro
Nascimento19/06/1991
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilSolteiro
OcupaçãoOutros
Grau de InstruçãoEnsino Fundamental Completo

PARA VERGONHA DO MUNICÍPIO ASSINOU O PROJETO, MAS SAIU DA SESSÃO PARA NÃO VOTAR A FAVOR DO SERVIDOR - 😔


Antonio Francisco da Silva
Nascimento08/02/1956
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoPescador
Grau de InstruçãoEnsino Fundamental Incompleto

2ª VEZ CONSECUTIVA VOTOU A FAVOR DO SERVIDOR


Eduardo Alves de Carvalho Filho
Nascimento10/05/1976
NaturalidadeFortaleza - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoOutros
Grau de InstruçãoEnsino Fundamental Incompleto

REDIMIDO VOTOU A FAVOR DOS SERVIDORES


Joaquim Jose Neto
Nascimento19/10/1987
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoVereador
Grau de InstruçãoEnsino Médio Completo

REDIMIDO VOTOU A FAVOR DOS SERVIDORES


Raimundo Nonato da Silva
Nascimento10/09/1964
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoOutros
Grau de InstruçãoEnsino Fundamental Incompleto

PARA VERGONHA DO MUNICÍPIO AUSENTE NA SESSÃO PARA NÃO VOTAR A FAVOR DO SERVIDOR - 😔


Jose Osvaldo de Albuquerque
Nascimento02/10/1950
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoOutros
Grau de InstruçãoEnsino Fundamental Completo

2ª VEZ CONSECUTIVA VOTOU A FAVOR DO SERVIDOR


Luiz Rodrigues Nunes
Nascimento05/02/1961
NaturalidadeSanta Cruz do Piaui - PI
Estado CivilDivorciado
OcupaçãoVereador
Grau de InstruçãoEnsino Médio Completo

ESSE SENHOR EM TODOS OS PROJETOS SOBRE PARCELAMENTOS VOTOU CONTRA O SERVIDOR, SENDO A FAVOR DA GESTÃO OU SE ABSTENDO!!! A MAIOR VERGONHA DO LEGISLATIVO CONTRA O SERVIDOR...


Francisco Rebouças Lima
Nascimento07/11/1963
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoVereador
Grau de InstruçãoEnsino Fundamental Completo

UMA VERGONHA NO PASSADO ERA A FAVOR DO SERVIDOR, AGORA PARA MANTER SEUS FAVORES POLITICOS PELA 2ª VEZ SE ABSTEVE, SENDO CONTRA OS INTERESSES DOS SERVIDORES


Joao Barbosa da Cruz
Nascimento24/07/1960
NaturalidadeBeberibe - CE
Estado CivilCasado
OcupaçãoVereador
Grau de InstruçãoSuperior Completo

REDIMIDO VOTOU A FAVOR DOS SERVIDORES