SINDSERV - BEBERIBE

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SERVIDOR PÚBLICO DEVE SER PRIORIDADE!!!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Frente em Defesa dos Direitos Previdenciários será relançada em 31 de maio no Senado

A programação em 31 de maio começa pela manhã, às 9 horas
O relançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Previdenciários da Classe Trabalhadores acontecerá em 31 de maio, às 9 horas, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. A decisão saiu em reunião do senador Paulo Paim (PT-RS) com a Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Brasil (Anfip), a Fundação Anfip e demais entidades envolvidas.
O senador Paulo Paim, que ao lado do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) coordena os trabalhos pela volta da frente parlamentar, observou que é preciso manter a defesa da Previdência, sobretudo no momento político atual. o PMDB resolveu que quer aplicar uma reforma previdenciária. O presidente interino Michel Temer já publicizou a ideia de aumentar a idade mínima para a aposentadoria.
No documento “Ponte para o Futuro”, o argumento para a mudança é de que “a situação (recursos da previdência) é insustentável, pois o país tem jovens para atender, tem problemas de assistência de saúde e educação”.
"A pauta conservadora chega como uma solução ilusória para os problemas internos do país agravados com a crise econômica atual e a eterna crise política brasileira. O preço para os trabalhadores será muito caro, pois vai agravar ainda mais a vida do trabalhador de classe média baixa. A revisão de leis trabalhistas e previdenciárias para maquiar as necessidades domésticas e satisfazer os interesses patronais vai levar o Brasil a uma crise ainda mais grave e profunda", argumenta Enedina Soares, presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce).
Agenda
A programação de lançamento da frente e ato político reunirá parlamentares, centrais sindicais, confederações, federações, sindicatos, associações nacionais e entidades representativas. À tarde, Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Brasil (Anfip) e Fundação Anfip, em parceria com diversas organizações, promovem o seminário Desmistificando o Deficit da Previdência no Contexto da Seguridade Social. Todos os eventos serão no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal.
Última atualização: 25/05/2016 às 12:14:07

terça-feira, 24 de maio de 2016

COMUNICADO NÃO HAVERÁ EXPEDIENTE NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, DIA 27 DE MAIO - retornaremos às atividades normais na segunda-feira, dia 30 de maio de 2016.

AOS FILIADOS, 

Sobre o feriado de Corpus Christi, dia 26 de maio, comunicamos que o Presidente do Sindserv-Beberibe deliberou pela suspensão do expediente no dia 27, sexta-feira.
Assim, o expediente se encerrará na quarta-feira, dia 25, e retornaremos às atividades normais na segunda-feira, dia 30 de maio de 2016.

Saudações.

Att,


Desgoverno Temer impõe agenda ultraliberal e coloca em xeque o modelo do Estado de bem-estar social As primeiras ações do GSV apontam para a imposição de uma agenda ultraliberal nas esferas econômica, social e trabalhista e para o realinhamento do Brasil com os EUA

..
O dia 12 de maio de 2016 não entrará para o calendário nacional apenas como a data em que 55 senadores avalizaram o golpe parlamentar tramado pela Câmara dos Deputados contra a primeira mulher eleita presidente do Brasil. Mais do que a data do segundo impeachment de um presidente num intervalo de 24 anos, o 12 de maio será um marco histórico na disputa entre o modelo de Estado sonhado pelo povo brasileiro e o almejado pelas elites que assumiram o controle do governo pós-golpe. 
A disputa de concepção de Estado ficou nítida logo na posse do presidente ilegítimo Michel Temer. Ao anunciar os novos ministros – nenhum deles negro ou mulher -, e oficializar a extinção de ministérios considerados “de segunda classe”, Temer deixou claro que velhos ares conservadores estão de volta ao Planalto.
O retorno do conservadorismo foi confirmado pela extinção dos Ministérios das Mulheres, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos, da Juventude e da Previdência e Assistência Social, e reforçado pelo rebaixamento do status dos Ministérios da Cultura, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Agrário, evidenciando o compromisso de Temer com o agronegócio e os grandes proprietários rurais.
O presidente ilegítimo ainda nomeou como ministro chefe da Secretaria de Segurança Institucional o filho de um general da ditadura, citado no relatório da Comissão da Verdade, e convidou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, estado conhecido por ter uma das policiais mais violentas do país, para assumir o Ministério da Justiça.
Derrotado nas urnas em 2002, o projeto neoliberal ressurge por meio de um golpe de Estado que avança implacável sobre as políticas públicas dirigidas a minorias excluídas historicamente. Alcançada a deposição de Dilma, a segunda fase do golpe volta-se agora contra os direitos sociais dos pobres, negros, índios, jovens, homossexuais, mulheres e trabalhadores, uma verdadeira ameaça ao processo civilizatório nacional.
Reforma do Estado 
Para executar seu plano de Estado mínimo a curtíssimo prazo, o presidente golpista tem uma ampla base de apoio no Congresso Nacional - a mesma que aprovou ilegalmente o impeachment contra a presidente Dilma -, o que lhe garante quórum suficiente para tocar a “pauta bomba” que tramita na Casa, inclusive alterações na Constituição, que exigem pelo menos três quintos dos votos dos parlamentares.
Posando de “Governo da Salvação Nacional”, o Governo dos Sem Votos prepara terreno para impor à Nação uma reforma do Estado que significará um retrocesso aos direitos humanos, sociais e trabalhistas sem precedentes no país. A ordem é “privatizar o que for possível”, começando por todas as empresas públicas até a entrega da exploração do pré-sal – passaporte do Brasil para o mundo desenvolvido – para a exploração privada internacional.
A “nova” política externa coloca em risco a soberania nacional à medida que aponta para um realinhamento com os Estados Unidos, que fizeram um pronunciamento lacônico sobre o golpe contra a democracia brasileira. “Os EUA confiam na força das instituições democráticas brasileiras para superar a crise”. 
Nessa configuração, os acordos bilaterais de comércio serão encaminhados sempre em detrimento do Mercosul, Unasul e Brics, e a gestão macroeconômica será ainda mais ortodoxa, inviabilizando a possibilidade de retomada do crescimento.
Modelo brasileiro
No modelo brasileiro, o Estado tem gastos obrigatórios com previdência e assistência social, saúde, educação, seguro-desemprego, entre outros direitos constitucionais do povo brasileiro. Para o desgoverno Temer, a crise seria decorrente do crescimento destas conquistas sociais, que comprometeriam as metas fiscais. Por isso, defende reformas amplas e profundas no Estado.  
Com a Desvinculação das Receitas da União (DRU), os recursos constitucionalmente vinculados para financiar as políticas sociais deixariam de existir e seriam transferidos para a gestão da dívida pública. Ou seja, orçamento zero para gastos sociais. A mudança afetaria todos os sistemas de Seguridade Social (SUS, Assistência Social, FAT e Previdência), de Educação (salário-educação e vinculação fiscais), de Habitação e Saneamento (FGTS), restringindo as fontes de financiamento deste conjunto de setores.
 Alvo preferencial dos ataques liberais, a Previdência é a cereja do bolo. Com a extinção do Ministério e a transferência de suas atribuições para a Fazenda, estaria aberto o caminho para que os recursos da Previdência, que representam 8% do PIB conquistados pelos movimentos sociais nos anos de 1970 e 1980, sejam recapturados pelo poder econômico. Importante lembrar que na ditadura recursos para financiar as políticas sociais também eram capturados para a gestão macroeconômica.
Aposentadorias e direitos trabalhistas
Na reforma das aposentadorias, cogita-se todo tipo de maldade, desde o aumento da idade mínima para 67 anos, até a equiparação da idade entre homens e mulheres dos segmentos rurais e urbanos. Também não está descartada a extinção do piso de aposentadoria atrelado ao salário mínimo.
Na área da "modernização" do Direito Sindical e Trabalhista, a agenda liberal ultraconservadora do Governo dos Sem Voto incluiu o fim da política de valorização do salário mínimo, a prevalência do negociado sobre o legislado, a terceirização sem limites permitindo a precarização das relações de trabalho, o impedimento do empregado demitido reclamar à Justiça do Trabalho, a estimulação das relações trabalhistas sem a participação dos sindicatos, o estabelecimento do trabalho de curta duração, a regulamentação e a retirada do direito de greve dos servidores e a redução do início da atividade de trabalho de 16 para 14 anos.
Também está na pauta conservadora de Temer a extinção da multa de 10% paga pelos empregadores por demissão sem justa causa. A proposta do senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), que tem a finalidade de incentivar a rotatividade para rebaixar os custos trabalhistas, já foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Serviço público e educação
No serviço público, o "Governo da Salvação Nacional" deve represar os gastos nas esferas federal, estadual e municipal, dando sequência a projetos encaminhados na gestão de Dilma Rousseff, com destaque para o PLC 257/2016. Formulado pelo Ministério da Fazenda do PT para equacionar problemas de dívidas dos estados e municípios, o projeto impõe condicionantes a governos e prefeituras, como o congelamento de salários, a suspensão de concursos públicos e o incentivo à terceirização. 
Na Educação, a Câmara já aprovou a PEC que introduz o ensino pago na pós-graduação das Universidades Públicas Federais, alterando o princípio da gratuidade. O novo ministro da pasta também já anunciou a suspensão da seleção de bolsistas para o Pronatec, Fies e Prouni. Há ainda a intenção de ampliar o Prouni para o ensino médio, abrindo "novas parcerias" com escolas privadas, que também serão responsáveis pela formação básica. Sem falar na política de cotas, que deve ser mexida. 
SUS
Entre as mudanças mais prejudiciais do projeto ultraliberal que se desenha estão o fim da vinculação de recursos para o Sistema Único de Saúde (SUS), o que significaria a destruição do modelo de saúde pública brasileiro, e o desmanche do programa Bolsa Família, que deve se limitar ao atendimento de apenas 5% dos mais pobres, reduzindo o número de famílias beneficiadas dos atuais R$ 13,8 milhões para apenas 700 mil, significando a exclusão de mais de 13 milhões de famílias pobres.
A geração de desemprego para combater a inflação, um ajuste fiscal nocivo para os trabalhadores, a supressão de direitos e o enfrentamento de uma forte recessão resumem bem o que o futuro nos reserva. 
Diante deste cenário nebuloso, a Confetam conclama os servidores públicos municipais a protagonizarem ações coordenadas de resistência contra o governo golpista de Michel Temer, que não medirá esforços para embarcar o país numa viagem de volta a tempos obscuros do qual o povo brasileiro já havia se libertado.
Pesquisa: Plataforma Política Social - Caminhos para o desenvolvimento 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Temer ataca comunicação pública e exonera presidente da EBC


Não foram só os ministérios das Comunicações e da Cultura, responsáveis por diversas políticas públicas de fomento à liberdade de expressão no país, que desapareceram do mapa na recém-inaugurada gestão Temer.
Nesta terça-feira 17, o Diário Oficial da Uniãotraz a exoneração do diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), única empresa pública nacional do setor. Passando por cima da Lei 11.652/2008, que regula a radiodifusão pública no País e que, para garantir a autonomia da EBC frente a governos, prevê mandato de 4 anos para seu presidente, o PMDB demitiu o jornalista Ricardo Melo e deve colocar em seu lugar Laerte Rímoli, coordenador de comunicação da campanha de Aécio Neves em 2014.
Rímoli também foi chefe da assessoria de Comunicação Social do antigo Ministério do Esporte e do Turismo durante o governo FHC, quando investigações do TCU apontaram desvios de 10,6 milhões de reais para a SMP&B Comunicação.
Rímoli foi um dos quatro servidores do ministério condenados a ressarcir os cofres públicos. Na Câmara dos Deputados, trabalhou no gabinete de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e foi um dos designados pelo presidente afastado a conduzir, com mãos de ferro, a TV Câmara.
Desde então, crescem as denúncias de servidores da Câmara acerca de censura a programas como Palavra Aberta e Fatos e Opiniões, além de vetos a entrevistas e reportagens dos telejornais.
Sessões do Conselho de Ética, que investiga Cunha, deixaram de ser transmitidas. E o programa Participação Popular saiu do ar. O futuro da EBC, de suas emissoras e programas não será diferente.
Mesmo sem o nome de Rímoli confirmado, a reação de intelectuais, acadêmicos, comunicadores, trabalhadores da EBC, organizações da sociedade civil e defensores da liberdade de expressão e de uma comunicação pública democrática e plural foram imediatas.
Articulada pela Frente em Defesa da EBC e da Comunicação Pública, uma nota com centenas de assinaturas foi divulgada nesta terça, exigindo o respeito à Lei da EBC e ao mandato de seu presidente. Ações na Justiça também estão sendo elaboradas – entre elas um mandado de segurança a ser protocolado pelo próprio Ricardo Melo – e atos estão programados em diferentes capitais.
Em Brasília, parlamentares de pronunciarão sobre o ocorrido numa manifestação na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, 18.

Como diz trecho da nota pública lançada (leia a íntegra abaixo), “a EBC, que sempre esteve ligada à sociedade por meio do seu Conselho Curador, representativo das esferas da sociedade civil, governo, setor privado e empregados, não pode ter seus alicerces legais e finalidades atingidas pelo governo interino. Este projeto não pertence ao Executivo nem a qualquer partido, mas à sociedade brasileira”.
Em diferentes ocasiões, este blog e o Intervozes se posicionaram em defesa da autonomia da EBC e criticaram episódios, durante o governo Dilma, que ameaçaram sua independência. Neste momento, em que a legislação que dá sustentabilidade e independência à comunicação pública é solenemente atropelada por Michel Temer, ninguém deve se calar.
Íntegra da nota:
NOTA EM DEFESA DA EBC E DA COMUNICAÇÃO PÚBLICA
A democracia e a comunicação estão intrinsecamente ligadas. A manifestação de toda a pluralidade de atores enriquece a democracia, ampliando a capacidade de encontrar soluções que contemplem toda a sociedade. Por outro lado, a ausência de diversidade cria falsas unanimidades e prejudica o debate público.
Como fruto da luta da sociedade brasileira pelo direito à comunicação, a Constituição Federal prevê a complementaridade dos sistemas privado, público e estatal de radiodifusão.
O passo mais significativo na construção do sistema público foi a aprovação, em 2008, da lei 11.652, que institui os princípios e objetivos da radiodifusão pública no país e cria a Empresa Brasil de Comunicação como expressão de um sistema livre da interferência econômica ou governamental, em consonância com o artigo 223 da Constituição Federal.
A EBC (Empresa Brasil de Comunicação) é fruto dessa luta e um patrimônio de todos os brasileiros, que veem ali colocadas suas mais diferentes expressões culturais e de opinião. Para assegurar o caráter público, a Lei 11652 trouxe mecanismos importantes, como o Conselho Curador (órgão com representação da sociedade e dos trabalhadores), a Ouvidoria e a proteção do mandato do diretor-presidente, impedindo que este seja trocado a partir de cada mudança do Executivo.
Esses instrumentos são essenciais para que a empresa responda à sociedade, e não a partidos ou governos de plantão. Por isso, respeitar os princípios legais que zelam pela autonomia desta empresa pública é princípio essencial para todos que acreditam na democracia e diversidade de vozes.
A BBC, empresa pública de comunicação inglesa, com quase 100 anos de existência, está sustentada sob esses pilares. Seguindo seus passos, em apenas oito anos de funcionamento, os veículos da EBC fizeram valer o artigo constitucional que prevê a complementariedade dos sistemas de comunicação no Brasil.
A empresa estabeleceu como missão contribuir para a formação crítica das pessoas. Entre seus valores estão a independência nos conteúdos, na transparência e na gestão participativa.Os direitos humanos, a liberdade de expressão e o exercício da cidadania completam essa lista, juntamente com a diversidade cultural, a criatividade, a inovação e a sustentabilidade.
A TV Brasil buscou levar mais diversidade étnico-racial para a tela de brasileiros e brasileiras, com ampliação de representações negras na pauta jornalística e na programação cultural, seja por meio de filmes, desenhos animados ou programas de entrevista.
As agências da EBC, Agência Brasil e Radioagência Nacional, distribuíram conteúdo gratuitamente para milhares de jornais, blogs e emissoras de rádio, que não teriam condições de informar devidamente a população sobre os fatos e direitos políticos, econômicos e sociais.
Em apenas oito anos, as equipes de jornalismo da EBC conquistaram ou foram finalistas de diversos prêmios, principalmente pela cobertura de direitos humanos. Entre eles, os prêmios Vladimir Herzog, Líbero Badaró, Tim Lopes, Abdias do Nascimento, Esso e Embratel.
As emissoras de rádio ampliaram o espaço para a produção musical independente, o esporte e a informação. Está sob a administração da EBC rádios com importância histórica, interesse público e relevância atual como as rádios Nacional do Rio, MEC AM e FM do Rio, Nacional da Amazônia, Nacional do Alto Solimões, Nacional de Brasília e Nacional FM de Brasília.
Alertamos para os perigos que esse patrimônio da sociedade brasileira corre. Repudiamos a a decisão do governo interino de destituição do diretor-presidente antes do término do seu mandato, publicada no Diário Oficial da União deste dia 17 de maio. Também nos questionamos ameaças que circulam por meios não oficiais, como a redução da estrutura de pessoal ou o desvirtuamento dos princípios, objetivos e missão da empresa, bem como qualquer ataque à Lei da EBC e ao projeto da comunicação pública. A
EBC, que sempre esteve ligada à sociedade por meio do seu Conselho Curador, representativo das esferas da sociedade civil, governo, setor privado e empregados, não pode ter seus alicerces legais e finalidades atingidas pelo governo interino. Este projeto não pertence ao Executivo nem a qualquer partido, mas à sociedade brasileira.
Brasília, 17 de maio de 2016.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

DEMONSTRATIVO DE DISTRIBUIÇÃO DA ARRECADAÇÃO - 20052016

DEMONSTRATIVO DE DISTRIBUIÇÃO DA ARRECADAÇÃO
20/05/2016SISBB - Sistema de Informações Banco do Brasil11:56:55

BEBERIBE - CE
FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
10.05.2016PARCELA DE IPIR$ 162.834,38 C
PARCELA DE IRR$ 1.689.450,38 C
RFB-PREV-PARC53R$ 39.577,08 D
RETENCAO PASEPR$ 18.522,84 D
DEDUCAO SAUDER$ 277.842,70 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 370.456,94 D
TOTAL:R$ 1.145.885,20 C
20.05.2016PARCELA DE IPIR$ 95.936,49 C
PARCELA DE IRR$ 97.227,85 C
RETENCAO PASEPR$ 1.931,63 D
DEDUCAO SAUDER$ 28.974,64 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 38.632,86 D
TOTAL:R$ 123.625,21 C
TOTAISPARCELA DE IPIR$ 258.770,87 C
PARCELA DE IRR$ 1.786.678,23 C
RFB-PREV-PARC53R$ 39.577,08 D
RETENCAO PASEPR$ 20.454,47 D
DEDUCAO SAUDER$ 306.817,34 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 409.089,80 D
DEBITO FUNDOR$ 775.938,69 D
CREDITO FUNDOR$ 2.045.449,10 C
ITR - IMPOSTO TERRITORIAL RURAL
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
10.05.2016RETENCAO PASEPR$ 0,69 D
DEDUCAO SAUDER$ 12,94 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 17,26 D
ITR-NAO CONVENR$ 86,33 C
TOTAL:R$ 55,44 C
20.05.2016RETENCAO PASEPR$ 0,14 D
DEDUCAO SAUDER$ 2,63 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 3,51 D
ITR-NAO CONVENR$ 17,57 C
TOTAL:R$ 11,29 C
TOTAISRETENCAO PASEPR$ 0,83 D
DEDUCAO SAUDER$ 15,57 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 20,77 D
ITR-NAO CONVENR$ 103,90 C
DEBITO FUNDOR$ 37,17 D
CREDITO FUNDOR$ 103,90 C
FUS - FUNDO SAUDE
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
10.05.2016ORIGEM FPMR$ 277.842,70 C
ORIGEM ITRR$ 12,94 C
ORIGEM IPMR$ 216,16 C
TOTAL:R$ 278.071,80 C
20.05.2016ORIGEM FPMR$ 28.974,64 C
ORIGEM ITRR$ 2,63 C
ORIGEM IPMR$ 127,35 C
TOTAL:R$ 29.104,62 C
TOTAISORIGEM FPMR$ 306.817,34 C
ORIGEM ITRR$ 15,57 C
ORIGEM IPMR$ 343,51 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 307.176,42 C
IPM - IPI EXPORTACAO - COTA MUNICIPIO
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
10.05.2016DEDUCAO SAUDER$ 216,16 D
IPM IPI-MUNICR$ 1.152,86 C
TOTAL:R$ 936,70 C
20.05.2016DEDUCAO SAUDER$ 127,35 D
IPM IPI-MUNICR$ 679,23 C
TOTAL:R$ 551,88 C
TOTAISDEDUCAO SAUDER$ 343,51 D
IPM IPI-MUNICR$ 1.832,09 C
DEBITO FUNDOR$ 343,51 D
CREDITO FUNDOR$ 1.832,09 C
FEX - AUXILIO FINANCEIRO PARA FOMENTO EXPORTACOES
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
03.05.2016RETENCAO PASEPR$ 0,39 D
FEX-COTA MENSALR$ 39,33 C
TOTAL:R$ 38,94 C
TOTAISRETENCAO PASEPR$ 0,39 D
FEX-COTA MENSALR$ 39,33 C
DEBITO FUNDOR$ 0,39 D
CREDITO FUNDOR$ 39,33 C
FUNDEB - FNDO MANUT DES EDUC BASICA E VLRIZ PROF EDUC
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
03.05.2016ORIGEM ICMS ESTR$ 255.894,28 C
09.05.2016ORIGEM IPVAR$ 7.784,70 C
10.05.2016ORIGEM ITRR$ 26,31 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 1.823,05 C
ORIGEM ICMS ESTR$ 44.291,47 C
ORIGEM FPER$ 456.273,86 C
ORIGEM FPMR$ 322.895,58 C
TOTAL:R$ 825.310,27 C
12.05.2016ORIGEM IPVAR$ 9.446,22 C
17.05.2016ORIGEM ITCMDR$ 49.895,83 C
ORIGEM ICMS ESTR$ 233.145,49 C
TOTAL:R$ 283.041,32 C
18.05.2016COMP.UNIAO PISOR$ 834.213,21 C
AJ.FUNDEB 2015R$ 14.430,75 C
TOTAL:R$ 848.643,96 C
19.05.2016ORIGEM IPVAR$ 30.089,42 C
20.05.2016ORIGEM ITRR$ 8,34 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 1.074,08 C
ORIGEM FPER$ 47.585,29 C
ORIGEM FPMR$ 33.672,94 C
TOTAL:R$ 82.340,65 C
TOTAISORIGEM ITRR$ 34,65 C
ORIGEM IPVAR$ 47.320,34 C
ORIGEM ITCMDR$ 49.895,83 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 2.897,13 C
ORIGEM ICMS ESTR$ 533.331,24 C
ORIGEM FPER$ 503.859,15 C
ORIGEM FPMR$ 356.568,52 C
COMP.UNIAO PISOR$ 834.213,21 C
AJ.FUNDEB 2015R$ 14.430,75 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 2.342.550,82 C
SNA - SIMPLES NACIONAL
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
02.05.2016SIMPLES NACION.R$ 485,33 C
03.05.2016SIMPLES NACION.R$ 2.908,31 C
04.05.2016SIMPLES NACION.R$ 5,25 C
05.05.2016SIMPLES NACION.R$ 54,74 C
06.05.2016SIMPLES NACION.R$ 15,30 C
09.05.2016SIMPLES NACION.R$ 10,28 C
10.05.2016SIMPLES NACION.R$ 330,24 C
11.05.2016SIMPLES NACION.R$ 429,40 C
12.05.2016SIMPLES NACION.R$ 15,00 C
13.05.2016SIMPLES NACION.R$ 72,12 C
16.05.2016SIMPLES NACION.R$ 422,20 C
17.05.2016SIMPLES NACION.R$ 476,70 C
18.05.2016SIMPLES NACION.R$ 3.021,53 C
19.05.2016SIMPLES NACION.R$ 3.533,05 C
20.05.2016SIMPLES NACION.R$ 501,86 C
TOTAISSIMPLES NACION.R$ 12.281,31 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 12.281,31 C
TOTAL DOS REPASSES NO PERIODO
DEBITO BENEF.R$ 776.319,76 D
CREDITO BENEF.R$ 4.709.432,97 C