quarta-feira, 20 de abril de 2016

Frentes apontam que mobilização crescerá no Brasil - VAMOS CONTINUAR NAS RUAS PARA DERROTAR O GOLPE

Movimentos alertam que o país irá resistir e não reconhecerá golpistas no poder

Escrito por: Luiz Carvalho e Vanessa Ramos


O Brasil assistiu neste domingo (17) ao espetáculo golpista a cada voto parlamentar em defesa da saída da presidenta Dilma Rousseff, eleita por 54,5 milhões de votos. Seguidos de discursos conservadores, os deputados mostraram na Câmara dos Deputados como estão distantes do povo.
Pouco depois das 23h, os 342 votos que permitem a continuidade do processo de impeachment foram alcançados, número que representa dois terços do total de 513 deputados.
Diante do cenário, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo lançaram nota contrária ao resultado da votação, mas firmando que a mobilização nas ruas irá crescer. Os movimentos apontam como caminho uma “profunda reforma do sistema político” e garantem que jamais reconhecerão um governo como o de Michel Temer (PMDB-RJ), que comanda um processo de golpe institucional.
Confira, abaixo, a nota na íntegra.
Não aceitamos o golpe contra a democracia e nossos direitos!
Vamos derrotar o golpe nas ruas!
Este 17 de abril, data que lembramos o massacre de Eldorado dos Carajás, entrará mais uma vez para a história da nação brasileira agora como o Dia da Vergonha. Isso porque uma maioria circunstancial de uma Câmara de Deputados manchada pela corrupção ousou autorizar o impeachment fraudulento de uma presidente da República contra a qual não pesa qualquer crime de responsabilidade. 
As forças econômicas, políticas conservadoras e reacionárias que alimentaram essa farsa têm o objetivo de liquidar direitos trabalhistas e sociais do povo brasileiro. São as entidades empresariais, políticos como Eduardo Cunha, réu no STF por crime de corrupção, partidos derrotados nas urnas como o PSDB, forças exteriores ao Brasil interessadas em pilhar nossas riquezas e privatizar empresas estatais como a Petrobras e entregar o pré-sal às multinacionais.

E fazem isso com a ajuda de uma mídia golpista, que tem como o centro de propaganda ideológica golpista a Rede Globo, e com a cobertura de uma operação jurídico-policial voltada para atacar determinados partidos e lideranças e não outros,
Por isso, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo conclamam os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, e as forças democráticas e progressistas, juristas, advogados, artistas, religiosos a não saírem das ruas e continuar o combate contra o golpe através de todas as formas de mobilização dentro e fora do País.
Faremos pressão agora sobre o Senado, instância que julgará o impeachment da presidente Dilma sob a condução do ministro Lewandowski do STF. A luta continua contra o golpe em defesa da democracia e nossos direitos arrancados na luta, em nome de um falso combate à corrupção e de um impeachment sem crime de responsabilidade.
A Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo desde já afirmam que não reconhecerá legitimidade de um pretenso governo Temer, fruto de um golpe institucional, como pretende a maioria da Câmara ao aprovar a admissibilidade do impeachment golpista.
Não reconhecerão e lutarão contra tal governo ilegítimo, combaterá cada uma das medidas que dele vier a adotar contra nossos empregos e salários, programas sociais, direitos trabalhistas duramente conquistados e em defesa da democracia, da soberania nacional. Não nos deixaremos intimidar pelo voto majoritário de uma Câmara recheada de corruptos comprovados, cujo chefe, Eduardo Cunha, é réu no STF e ainda assim comandou a farsa do impeachment de Dilma.
Continuaremos na luta para reverter o golpe, agora em curso no Senado Federal e avançar à plena democracia em nosso País, o que passa por uma profunda reforma do sistema político atual, verdadeira forma de combater efetivamente a corrupção.
Na história na República, em vários confrontos as forças do povo e da democracia sofreram revezes, mas logo em seguida, alcançaram a vitória. O mesmo se dará agora: venceremos o golpismo nas ruas!
Portanto, a nossa luta continuará com paralisações, atos, ocupações já nas próximas semanas e a realização de uma grande Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, no próximo 1º de maio.
A luta continua! Não ao retrocesso! Viva a democracia!
CUT-CE

terça-feira, 19 de abril de 2016

Em tom de escárnio, deputados golpeiam a democracia e admitem abertura do impeachment de Dilma

Um misto de ópera bufa e cinismo generalizado foi o que se viu na sessão deste domingo (17), na Câmara Federal, quando 367 deputados votaram a favor da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Imbuídos de um falso espírito cívico, os parlamentares sequer disfarçaram o cunho político da votação, que durou seis horas. Discursos fascistas, moralistas e contraditórios deram o tom das falas dos que entraram para a história como golpistas.

A maioria dos deputados sequer mencionou, em oficiais 30 segundos de fala, as pedaladas fiscais, argumento central da peça de impedimento protocolada pelos advogados direitistas Miguel Reali, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo. Muitos dos que “julgaram” a presidenta são investigados em crimes de corrupção, a começar pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha.
Citado em esquema de recebimento de propina, sonegação fiscal e outros crimes, ao proferir seu voto, Eduardo Cunha disse “que Deus tenha misericórdia desta nação”, como num prenúncio de dias sombrios e retrocessos sociais num possível governo comandado pelo vice-presidente e conspirador-mor da república, Michel Temer. O beija-a-mão ao cacique peemedebista, durante a semana, no Palácio do Jabuti, levou dezenas de parlamentares a mudarem o voto em troca de cargos num futuro governo de coalisão neoliberal.
Deputado cita até torturador
Enquanto o povo tomava as ruas, de um lado e de outro da luta de classes levada ao Parlamento, os congressistas pareciam zombar da Nação, nas justificativas de seus votos. O que se viu foi um verdadeiro desfile de maridos, esposas, pais e avós dedicados. Homens públicos que pensam mais em suas esposas, filhos e netos, esquecendo que a política se faz para o bem da coletividade.



‘Pela família, Deus, filhos…’ os momentos mais inusitados da votação do impeachment. Edição: Mídia Ninja



A deputada Raquel Muniz (PSC-MG) dedicou o voto pelo impeachment a seu marido, o prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz (PRB). “Meu voto é em homenagem às vítimas da BR-­251. É para dizer que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão”, anunciou a deputada. Na manhã desta segunda-feira (18), o prefeito foi preso por corrupção pela Polícia Federal, em Brasília, de onde será levado ainda hoje para aquela cidade do Norte de Minas.
Numa demonstração de que o fascismo pode ser herdado, a fala dos deputados Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e de seu pai Jair Bolsonaro (PSC-RJ) não deverá ficar desbotada na memória das novas gerações. Ambos dedicaram seus votos pelo impeachment aos militares que destituíram João Goulart há 52 anos.
“Pelo povo de São Paulo nas ruas com o espírito dos revolucionários de 32, pelo respeito aos 59 milhões de votos contra o estatuto do desarmamento em 2005, pelos militares de 64, hoje e sempre, pelas polícias, em nome de Deus e da família brasileira, é sim. E Lula e Dilma na cadeia”, disse Bolsonaro, o filho.
“Perderam em 64 e perderam agora em 2016”, ecoou Bolsonaro pai, que dedicou seu voto à memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, chefe do DOI-Codi em São Paulo, órgão de repressão política que foi palco de torturas durante o regime militar.
Coragem e coerência no voto pelo “não”
Do outro lado, os 137 parlamentares contrários ao golpe, em sua maioria, justificaram as pautas e avanços sociais conquistados nos últimos 13 anos como indispensáveis ao país. Muitos mostraram a contradição do processo de impedimento da presidenta sem crime de responsabilidade e sem que nada pese contra Dilma. Outros chamaram atenção para o fato de estar se armando no Brasil uma conspiração golpista comandada por Cunha-Temer, com o apoio da grande mídia.
Em um dos votos mais aplaudidos, a deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP) denunciou o que na sua avaliação seria a “hipocrisia” dos que votavam pelo impeachment. “Eu acho que nunca vi tanta hipocrisia por metro quadrado, dizer que vai lutar contra a corrupção colocando Temer e Cunha no poder. O povo sabe e vai enxergar isso”, afirmou.
Em seu voto contra o impeachment, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) citou o líder guerrilheiro Carlos Marighella, considerado um dos maiores inimigos da ditadura. “Senhor Eduardo Cunha, o senhor é um gangster. O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre. Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história. Voto por Marighella, por Plinio de Arruda Sampaio, por Luis Carlos Prestes, eu voto por Olga Benário, eu voto por Zumbi dos Palmares, eu voto não”, disse.
Também bastante aplaudida, uma das principais defensoras do Governo Dilma, a deputada federal Jandira Fegali (PCdoB-RJ) votou logo após Jair Bolsonaro e respondeu ao defensor do torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. “Ficou claro para a sociedade brasileira qual é a aliança pelo impeachment. Que reúne corruptos e torturadores, como Jair Bolsonaro. A luta apenas começou”, afirmou a comunista.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

BLOG DO RAIMUNDO LIMA - MEC DIVULGA O VALOR-ALUNO CONSOLIDADO

O Ministério da Educação divulgou o novo valor-aluno, que incide diretamente nos recursos do FUNDEB. Esse valor obteve um reajuste de R$2.627,08, comparado ao último que foi de R$ 2.544,31, mesmo com o aumento muitos gestores ainda passaram dificuldades em cumprir o piso salarial. Na minha modesta visão, os gestores precisam planejar e analisar como será a aplicação deste recursos, temos 60% para os professores e 40% para a manutenção, mas muitos municípios espalhados pelo Brasil, gastam até 80% com o pagamento de professores, muitas vezes comprometendo a manutenção das escolas que estão em sua maioria das vezes sucateadas.


O olhar do gestor público para essa situação, deve estar bem atento, para que a educação não perca o foco e nem os nossos alunos possam vir a ser prejudicados por uma má atuação. O gestor junto com o secretário de finanças e de educação, são os responsáveis pela distribuição dos recursos, por isso precisam estar alinhados sempre visando a melhoria da qualidade da educação. O piso salarial era 11,36% antes da divulgação do resultado do valor-aluno e agora 14,94%, onde deve ser repassado para os professores, mas fico me perguntando, como? Se muitos ainda não pagaram o piso na íntegra e até mesmo o ministro da educação, foi enfático em dizer que muitas as prefeituras não teriam condições de cumprir com o piso salarial dos professores.

Nós professores seguimos com a mesma penumbra de sempre, vivendo sempre à mercê de uma elite que se preocupa apenas em brigar e plantar discórdia, esquecendo das lutas dos professores guerreiros que fazem de tudo para colocar a educação em um patamar de qualidade.  Antes da divulgação deste resultado, o valor do piso salarial era de R$ 2.135,63 agora com essa divulgação o valor deve sofrer um reajuste para R$2.203,60, é de bom alvitre lembrar que todo ano acontece a mesma coisa e esse valor como sempre nunca é repassado, devido as condições desfavoráveis de finanças dos municípios que estão em sua maioria todas inchadas.



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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Movimento Ceará contra o Golpe intensifica atos neste fim de semana

As manifestações estão previstas para logo mais, às 15 h, na Praça José de Alencar, sábado, às 20 h, na Reitoria da UFC e domingo o dia inteiro no Acampamento da Virada, na Av. da Universidade.

Escrito por: Confetam • Publicado em: 15/04/2016 - 14:34 • Última modificação: 15/04/2016 - 14:52
Jornal O EstadoManifestações em Fortaleza têm lotado as praças e ruas da cidade
Neste fim de semana, o Movimento Ceará contra o Golpe intensifica em todo o Estado os atos de rua contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. As atividades estão previstas para os dias 15, 16 e 17 de abril, data do início da votação, no Plenário da Câmara dos Deputados, previsto para as 14 horas do sábado.
Na sexta-feira (15), os manifestantes se concentram, a partir das 15 horas, em frente ao Teatro José de Alencar, de onde sairão em passeata até a Praça do Ferreira. O cortejo pelas principais ruas do Centro de Fortaleza será acompanhado por desfile de maracatu e apresentação de bandinhas. 
No mesmo dia, também estão previstas atividades nos municípios de Quixadá, Sobral, Icó, Crateús, Quixeramobim e Região do Cariri, na rotatória Crajubá - Crato, Juazeiro e Barbalha.
No sábado (16), a militância se encontra às 20 horas, na Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), localizada no cruzamento da Avenida da Universidade com 13 de Maio, em frente ao Museu de Arte da UFC (MAUC). No local, ocorrerá a Virada Cultural contra o Golpe.
Entre as atrações da Virada estarão Ghetto Roots, Bloco Luxo da Aldeia, Água de Quartinha, com a participação da cantora Juliana Rosa Renegados; Banda Guerrilha, com Alan Morais, Oscar Arruda, Marta Aurélia, Erivan Produtos do Morro, Gustavo Portela, Danilo Guilherme, Roberta Kaya, Vitoriano Marcos e Lélis; Gildomar Marinho, Tripulantes da Sabiabarca, Eugênio Leandro, Fernando Rosa e os DJs Jotapê Aka Fisherman e Biruta.
Ainda no sábado, haverá protestos nas cidades de Cruz, Caucaia e Limoeiro do Norte.
Na manhã de domingo (17), prossegue a programação da Virada Cultural, com místicas conduzidas por movimentos sociais e novas apresentações artísticas, que incluem roda de coco, ciranda e samba de roda. O espaço será aberto para que os manifestantes apresentem a sua arte.
Às 14 horas, iniciará a exibição da sessão de votação do impeachment em dois telões armados ao lado do palco montado em frente à Reitoria da UFC. Também estão previstos atos públicos em Juazeiro, Limoeiro do Norte e Crato.

Confira o programa

Sexta-feira (15/04)
Cidade: Quixadá - CE
9h - Caravana pela Democracia, na Câmara Municipal (Tv. Tiradentes, 515)
Cidade: Fortaleza - CE
15h - Cortejo pelo Centro ​de Fortaleza, ​com Maracatu e bandinhas. Concentração em frente ao Teatro José de Alencar e encerramento na Praça do Ferreira
Cidade: Sobral - CE
17h - Manifestação​​ no  Arco do Triunfo Boulevard
Cidade: Icó - CE
20h - Ato público, no Largo Theberge, em frente ao Teatro
Cidade: Cratéus - CE
7h30 - Manifestação, na Praça da Matriz
Cidade: Cariri (Crajubá) - CE
17h - Ato Cultural, na Praça do Giradouro
Cidade: Quixeramobim - CE
07h – Ato em frente ao acampamento Irmã Teresa, depois do hospital novo

Sábado (16/04)
Cidade: Cruz - CE
9h - Caravana pela Democracia, no Sindicato dos Trabalhadores de Rurais (Rua Bernardino, 228 - Centro)
​Cidade: Caucaia - CE
9h - Manifestação em frente à Praça da Matriz
Cidade: Limoeiro do Norte - CE
​9h - Bandeiraço na Praça do BNB
​19h - Virada Cultural na FAFIDAN​
Cidade: Fortaleza - CE
20h - Virada Cultural contra o Golpe, na Avenida da Universidade esquina com 13 de maio

Domingo (17/04)
Cidade: Fortaleza - CE
07h - Místicas conduzidas por movimentos sociais e novas apresentações artísticas
14h - Exibição, por meio de telões, da sessão de votação do Impeachment, na Avenida da Universidade
Cidade: Juazeiro do Norte - CE
7h30 - Concentração no Cirão e saída em carreata até a colina do Horto para Ato Político e gravação de vídeo
Cidade: Limoeiro do Norte - CE
9h – Transmissão da votação ao vivo, em telão montado na FAFIDAM/UECE
Cidade: Juazeiro do Norte - CE
13h - Concentração na Praça da Bíblia, saída em carreata até a cidade do Crato
Cidade: Crato - CE
14h - Ato político na Praça Siqueira Campos. Haverá telão para o acompanhamento da votação

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Em audiência pública, Senado discute hoje PLP anti-servidor - PLP 257 - BOMBA RELÓGIO CONTRA O FUNCIONALISMO PÚBLICO


Na manhã de quinta-feira (14), servidores promovem o Dia Nacional de Luta do Funcionalismo, com manifestação contra o PLP 257 na Câmara.

Escrito por: Confetam • Publicado em: 11/04/2016 - 00:24 • Última modificação: 12/04/2016 - 14:00
CUT BrasíliaNesta quinta (14), servidores públicos paralisarão vários setores
O PLP 257/2016 está na pauta do plenário da Câmara dos Deputados, mas não deve ser votado nos próximos dias. Isso porque não há acordo dos líderes de bancadas quanto à totalidade do texto, considerado anti-servidor por trazer vários prejuízos ao funcionalismo das três esferas. O impasse é favorável às organizações representantes dos servidores públicos, que aproveitam o tempo para articular ações que barrem os pontos controversos do PLP. Pelo menos duas importantes ações em repúdio ao projeto estão agendadas para a próxima semana: uma audiência pública no Senado e um dia nacional de luta.
Chamada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a audiência pública está agendada para o dia 11 de abril, às 15h, no plenário II. A CUT e outras centrais sindicais foram convidadas para fazer o debate sobre o tema, com possibilidade de encaminhamento de ações durante o encontro. A lotação do espaço é de 60 pessoas.
Já no dia 14 de abril, quinta-feira, será realizado o dia nacional de luta do funcionalismo, com paralisações em vários setores. Em Brasília, servidores de vários estados se concentrarão no anexo II da Câmara dos Deputados, às 9h. A atividade seria realizada na Catedral, mas foi observado que a Câmara é, pelo menos neste momento, o espaço mais adequado para fazer a pressão sobre os parlamentares e convencê-los a votarem contra os pontos negativos do PLP.
Nessa terça-feira (5), representantes da CUT e de outras centrais entregaram aos deputados federais uma carta que mostra o descontentamento dos servidores federais, estaduais e municipais com o PLP 257. O trabalho corpo a corpo deve permanecer nos próximos dias.
“Não somos contra a renegociação das dívidas com os estados, desde que sejam retiradas as condicionantes que dizem respeito e prejudicam os servidores”, esclarece o servidor federal e dirigente nacional da CUT, Ismael José Cesar.
Tramitação
Apresentado pelo Executivo federal à Câmara no dia 22 de março, o PLP 257 condiciona o alongamento e os descontos de pagamento das dívidas dos estados junto à União a adoção de medidas como suspensão de concurso público, congelamento de salário e o estímulo à demissão voluntária no funcionalismo federal, estadual e municipal. O projeto chega a falar em suspensão da valorização anual do salário mínimo, o que prejudicaria também trabalhadores do setor privado.
O PLP 257 tramita em regime de urgência constitucional, solicitado pela presidente da República. Com esta característica, o projeto tem 45 dias para tramitação e votação na Câmara e mais 45 para o Senado. “Se a votação não for concluída nesse período, o projeto passará a trancar a pauta da Casa em que estiver tramitando. Enquanto a pauta estiver trancada, nenhuma proposta legislativa pode ser votada”, informa a Agência Câmara. Com isso, o prazo máximo para a votação do PLP 257 na Câmara vai até 6 de maio.
Sem acordo
O assessor técnico do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Neuriberg Dias, explica que um dos principais pontos que seguram a aprovação célere do projeto é a proximidade das eleições municipais, que serão realizadas em outubro. “Em ano eleitoral, os parlamentares não vão votar contra os servidores públicos. A pressão dos servidores federais, estaduais e municipais está muito grande, e eles serão cobrados em suas bases. Acho difícil este texto ser aprovado como está”, afirma.
Segundo ele, já foram apresentadas 209 emendas ao PLP 257, entre elas três textos substitutivos, sendo que “quase 60% dessas emendas apresentadas modificam os pontos que atacam os servidores, no sentido de corrigi-los”. Entre os textos substitutivos apresentados, Neuriberg Dias afirma que o mais interessante para o conjunto do funcionalismo é o do deputado Afonso Florence (PT-BA). “Neste texto, o parlamentar (Afonso Florence) retira todos os dispositivos que fazem restrição de direitos e vantagens aos servidores públicos. Os outros (textos) retiram pequenas partes, mas não atendem completamente os servidores”, explica.
O desfecho mais provável para o PLP 257 é que sejam votados apenas os pontos que tenham consenso entre os parlamentares. Os demais dispositivos seriam apreciados em outros projetos.
Com informações da CUT Brasil.

15 deputados indecisos. Convença-os a votar contra o golpe!!!

Na comissão que hoje vai aceitar ou não o pedido de impeachment, alguns não declararam voto. Confira como pressioná-los pela internet

Escrito por: CUT Nacional

Um dos indecisos é Jovair Arantes - vamos dialogar com eles (ARTE: Secom/CUT)
Um dos indecisos é Jovair Arantes - vamos dialogar com eles (ARTE: Secom/CUT)

Ainda dá tempo. 15 deputados, que fazem parte da comissão especial que está analisando, nesta segunda-feira, se deve ou não aceitar o pedido de impeachment, estão indecisos.
Nenhum deles ainda se manifestou a favor ou contra o golpe.
Por isso, é hora de pressioná-los para que eles se decidam a favor da democracia e pela manutenção do Estado de Direito, contra os abusos judiciais e midiáticos. E contra a inconsistência do relatório que pede que a presidenta Dilma tenha seu mandato interrompido.
Mande emails, entre na página do deputado no Facebook, espalhe a mensagem pelo tuíter. E publique em seu face os memes especialmente preparados para convencer esses indecisos.
Encontre, clicando nos links abaixo, a página de cada um dos deputados indecisos. Nelas, constam emails e telefones dos gabinetes. Pressione, mas com democracia e diplomacia. Eles podem votar a nosso favor!

Édio Lopes:
Eros Biondini:
Jhonatan de Jesus:
João Marcelo Souza:
Jovair Arantes:
Júlio César:
Leonardo Quintão:
Luiz Carlos Busato:
Marcelo Squassoni:
Marcos Montes:
Rogério Rosso:
Valtenir Pereira:
Vinícius Carvalho:
Washington Reis:
Weliton Prado:

terça-feira, 12 de abril de 2016

Eliminação de direitos é o pano de fundo do impeachment


Foto: Marcos Adegas / FetamceA Federação dos Servidores Públicos Municipais do Ceará (Fetamce) reuniu os sindicatos filiados, em plenária realizada na manhã desta terça feira (05), para debater estratégias de ações conjuntas para a defesa da democracia. O encontro foi aberto pela lançamento estadual da cartilha "Violência contra as mulheres nos locais de trabalho: denuncie, combata, pare!", elaborada pelo Comitê de Mulheres da Internacional dos Serviços Públicos (ISP/Brasil). O material foi construído por meio da colaboração das entidades filiadas à ISP. 
 
"A gente precisa compreender que as mulheres também sofrem muita violência nos locais de trabalho. A gente sabe que a violência está escancarada em todas as dimensões que as mulheres estão presentes. A violência mais presente nesses locais é o assédio moral e a sexual. A cartilha vem para discutir, para fazer uma reflexão sobre isso", afirmou a secretária de Mulheres da Fetamce, Sheila Gonçalves. 
 
Ataque aos direitos trabalhistas
Os convidados foram unânimes em afirmar que a tentativa de golpe contra a presidente Dilma Rousseff tem como pano de fundo eliminar direitos trabalhistas e sociais. Entre eles, destacam-se os projetos que ampliam maciçamente as terceirizações, que mudam o modelo de partilha do pré-sal, abrindo para grandes companhias petrolíferas estrangeiras, e diminuem direitos dos trabalhadores conquistados há décadas e previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
 
O alerta foi feito por Graça Costa, secretária Nacional de Relações do Trabalho da CUT Brasil. "As pessoas precisam compreender que o que tá em curso é a retirada total de todos os nossos direitos, com um agravante: num espaço de tempo extremamente pequeno. Todas essas pautas serão discutidas numa comissão especial para regulamentar a Constituição Federal. O que isso significa? Significa que o relatório da comissão vai para os Plenários da Câmara e do Senado e para a sanção da Presidência. Significa que nós trabalhadores não vamos participar do debate porque não vamos ter tempo para nos organizar e fazer pressão", denuncia.
 
O que está em jogo
Para o jurista e ex-preso político Inocêncio Uchoa, mais uma vez a classe dominante, os grandes empresários, os conglomerados econômicos, juntamente com a mídia, não estão apenas tentando destituir uma presidente da República democraticamente eleita. "Na verdade, o que está em jogo, o que eles querem mesmo é retirar as conquistas dos trabalhadores", analisou.
 
Os palestrantes avaliaram que a tentativa de golpe é o primeiro passo para a implantação definitiva do projeto neoliberal no Brasil. Sem crime de responsabilidade, o impeachment será votado por uma quantidade considerável de deputados conservadores, muitos investigados por denúncias de corrupção, cuja estratégia central é viabilizar o antigo propósito das elites de se apropriarem dos recursos públicos. 
 
Ponte para qual futuro?
Com o apoio da mídia e do Judiciário, estas elites insistem em inviabilizar o governo com diversas ações desestabilizadoras, acreditam os convidados. Segundo eles, numa eventual queda do governo Dilma, será aplicado o projeto "Ponte para o Futuro" - lançado pelo PMDB quando o partido ainda integrava a base aliada -, como alternativa de gestão para o país. Na prática, o projeto é um cartão de apresentação da campanha "Temer Presidente", cujo conteúdo sinaliza para a extinção dos programas sociais.
 
"O que está por trás é uma justificativa técnica (para o impeachment) que eles chamam de pedalada fiscal. Na realidade, são atecnias cometidas por 16 governadores, portanto não há crime de responsabilidade dentro desse processo da presidenta Dilma. E, se houvesse, teria de alcançar mais 16 governadores que também praticaram essa mesma atecnia, que nada mais é do que fazer suplementações fiscais, levando em conta um superávit primário que foi revisto por consequência da crie econômica", explicou o economista Alfredo Pessoa. 
 
Investir no conhecimento
"Só com conhecimento, com os debates, com as rodas de conversa, a gente vai se apoderar de todos esses instrumentos para levar informações para a nossa base e fazer com que as pessoas entendam que o que está posto aí pela mídia, por esta elite, não nos favorece". 
 
"Se realmente o impeachment vai existir - essa rasteira política no PT e na presidente Dilma -, nós municipais vamos nos transformar no pano do lixo. Quem será o lixo do Brasil? Porque, se isso acontecer, nós, a classe média e a pobre, vamos acabar", diz Ivina Mororó, servidora do município de Ipú. 
 
Caravana pela Democracia
Ficou claro no encontro que o papel dos movimentos sociais e sindicais, surgidos e consolidados nos últimos 30 anos, é de reagir a uma possível ruptura democrática. Para isso, a Fetamce, junto com os sindicatos filiados, criou a "Caravana pela Democracia", que vai percorrer o interior do Ceará com debates sobre conjuntura e ações de enfrentamento ao golpe. Além disso, o grupo lançou o Manifesto dos Servidores Municipais pela Democracia e contra o Golpe.
 
"Nós precisamos fazer essa formação e virar o jogo para que as pessoas percebam que essa questão não é só tirar o governo do poder. É todo um projeto de trabalhadores que está ameaçado, inclusive as nossas entidades sindicais. A liberdade e a autonomia estão ameaçadas, bem como toda a nossa pauta trabalhista conquistada após o golpe de 1964 ", afirma Aparecida Castro, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Barreira.
 
Impacto nos sindicatos
Para o presidente da CUT Ceará, Wil Pereira, há uma participação "firme e forte" dos servidores municipais desde as primeiras atividades em defesa da democracia, no dia 1º de maio do ano passado. "Quando o movimento já começava a sentir que o país iria passar por uma tentativa de golpe, houve a adesão dos municipais. Nesse momento agora, que está praticamente na reta final desse golpe, o que está em risco é a retirada da presidente Dilma do cargo, a prisão do ex-presidente Lula, intervenções e fechamento de sindicatos. E nos municipais, não será diferente", alertou.
 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

CALENDÁRIO INFORMATIVO SINDSERV-BEBERIBE - ABRIL 2016


ESTAMOS DIVERSIFICANDO O ATENDIMENTO DA EQUIPE SINDSERV-BEBERIBE PARA ACOLHERMOS O MAIOR NÚMERO DE FILIADOS VISANDO AS DECLARAÇÕES DE IRPF 2016, JÁ ESTIVEMOS NO PARAJURU E ESTAMOS FAZENDO AS DECLARAÇÕES DOS SERVIDORES DA SEDE, (NO HORÁRIO NORMAL DE ATENDIMENTO: 7:30 AS 13:30 HS) ESTAMOS DIVULGANDO AS DATAS E OS LOCAIS AGENDADOS PARA MELHORAR O ACESSO AOS NOSSOS SERVIDORES.

QUALQUER EVENTUALIDADE POR GENTILEZA LIGAR:
99749-1356 # 99677-0084 # 99645-9341# 999880462

AGENDA DE ABRIL - 2016

TERÇA-FEIRA, DIA 12 DE ABRIL – ITAPEIM (A PARTIR DAS 8:00 HS); LUCILENE E NERES.

QUARTA-FEIRA, DIA 13 DE ABRIL – SERRA DO FELIX E LAGOA QUEIMADA; (A PARTIR DAS 8:00 HS); NERES, LUCILENE E NAYANNE.

QUINTA-FEIRA, DIA 14 DE ABRIL – PARIPUEIRA (A PARTIR DAS 8:00 HS): LUCILENE E NAYANNE.

SEXTA-FEIRA, DIA 15 DE ABRIL– FORQUILHA - FRANCIEDSON;

SEGUNDA-FEIRA, DIA 18 DE ABRIL – SUCATINGA (A PARTIR DAS 8:00 HS); FRANCIEDSON, NERES, LUCILENE E NAYANNE.

TERÇA-FEIRA, DIA 19 DE ABRIL – SUCATINGA (A PARTIR DAS 8:00 HS); FRANCIEDSON, NERES, LUCILENE E NAYANNE.

SEGUNDA-FEIRA, DIA 25 DE ABRIL – ANDREZA E JATOBÁ (A PARTIR DAS 8:00 HS); FRANCIEDSON.

TERÇA-FEIRA A SEXTA-FEIRA – 26 A 29 DE ABRIL – SEDE – FRANCIEDSON, NAYANNE E LUCILENE.


DEMONSTRATIVO DE DISTRIBUIÇÃO DA ARRECADAÇÃO - 11/04/2016


11/04/2016SISBB - Sistema de Informações Banco do Brasil13:25:07
BEBERIBE - CE
FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
08.04.2016PARCELA DE IPIR$ 159.742,03 C
PARCELA DE IRR$ 874.532,40 C
RFB-PREV-PARC53R$ 39.577,08 D
RETENCAO PASEPR$ 10.342,74 D
RFB-PREV-OB CORR$ 1.968,00 D
RFB-PREV-OB DEVR$ 587,28 D
DEDUCAO SAUDER$ 155.141,16 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 206.854,88 D
TOTAL:R$ 619.803,29 C
TOTAISPARCELA DE IPIR$ 159.742,03 C
PARCELA DE IRR$ 874.532,40 C
RFB-PREV-PARC53R$ 39.577,08 D
RETENCAO PASEPR$ 10.342,74 D
RFB-PREV-OB CORR$ 1.968,00 D
RFB-PREV-OB DEVR$ 587,28 D
DEDUCAO SAUDER$ 155.141,16 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 206.854,88 D
DEBITO FUNDOR$ 414.471,14 D
CREDITO FUNDOR$ 1.034.274,43 C
ITR - IMPOSTO TERRITORIAL RURAL
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
08.04.2016RETENCAO PASEPR$ 4,03 D
DEDUCAO SAUDER$ 75,59 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 100,79 D
ITR-NAO CONVENR$ 503,97 C
TOTAL:R$ 323,56 C
TOTAISRETENCAO PASEPR$ 4,03 D
DEDUCAO SAUDER$ 75,59 D
DEDUCAO FUNDEBR$ 100,79 D
ITR-NAO CONVENR$ 503,97 C
DEBITO FUNDOR$ 180,41 D
CREDITO FUNDOR$ 503,97 C
FUS - FUNDO SAUDE
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
08.04.2016ORIGEM FPMR$ 155.141,16 C
ORIGEM ITRR$ 75,59 C
ORIGEM IPMR$ 212,05 C
TOTAL:R$ 155.428,80 C
TOTAISORIGEM FPMR$ 155.141,16 C
ORIGEM ITRR$ 75,59 C
ORIGEM IPMR$ 212,05 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 155.428,80 C
IPM - IPI EXPORTACAO - COTA MUNICIPIO
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
08.04.2016DEDUCAO SAUDER$ 212,05 D
IPM IPI-MUNICR$ 1.130,97 C
TOTAL:R$ 918,92 C
TOTAISDEDUCAO SAUDER$ 212,05 D
IPM IPI-MUNICR$ 1.130,97 C
DEBITO FUNDOR$ 212,05 D
CREDITO FUNDOR$ 1.130,97 C
FEX - AUXILIO FINANCEIRO PARA FOMENTO EXPORTACOES
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
04.04.2016RETENCAO PASEPR$ 0,39 D
FEX-COTA MENSALR$ 39,33 C
TOTAL:R$ 38,94 C
TOTAISRETENCAO PASEPR$ 0,39 D
FEX-COTA MENSALR$ 39,33 C
DEBITO FUNDOR$ 0,39 D
CREDITO FUNDOR$ 39,33 C
RPM - ROYALTIES PETROLEO COTA MUNICIPAL
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
01.04.2016ANP LEI 7990/89R$ 1.321,79 C
TOTAISANP LEI 7990/89R$ 1.321,79 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 1.321,79 C
FUNDEB - FNDO MANUT DES EDUC BASICA E VLRIZ PROF EDUC
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
05.04.2016ORIGEM ICMS ESTR$ 228.893,40 C
08.04.2016ORIGEM ITRR$ 130,30 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 1.788,43 C
ORIGEM FPER$ 254.789,52 C
ORIGEM FPMR$ 180.297,68 C
TOTAL:R$ 437.005,93 C
TOTAISORIGEM ITRR$ 130,30 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 1.788,43 C
ORIGEM ICMS ESTR$ 228.893,40 C
ORIGEM FPER$ 254.789,52 C
ORIGEM FPMR$ 180.297,68 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 665.899,33 C
SNA - SIMPLES NACIONAL
DATAPARCELAVALOR DISTRIBUIDO
01.04.2016SIMPLES NACION.R$ 522,44 C
04.04.2016SIMPLES NACION.R$ 5.742,51 C
05.04.2016SIMPLES NACION.R$ 170,34 C
06.04.2016SIMPLES NACION.R$ 26,08 C
07.04.2016SIMPLES NACION.R$ 147,72 C
08.04.2016SIMPLES NACION.R$ 21,15 C
11.04.2016SIMPLES NACION.R$ 16,53 C
TOTAISSIMPLES NACION.R$ 6.646,77 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D
CREDITO FUNDOR$ 6.646,77 C
TOTAL DOS REPASSES NO PERIODO
DEBITO BENEF.R$ 414.863,99 D
CREDITO BENEF.R$ 1.865.245,39 C

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